A lógica das festas

Posted on 4 setembro, 2014 in Blog |

 

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Números e decoração sempre foram minhas paixões, tanto que mesmo estudando matemática na USP, onde me formei, respirava arte. A união do artístico com a lógica pode parecer estranha no universo de festas, mas uma está atrelada à outra e esse é um dos segredos do sucesso nessa área supercompetitiva.

Dezoito anos atrás quando comecei a trabalhar com festas infantis minha principal preocupação era fazer festas para crianças se divertirem como crianças e decorações com temas originais que transmitissem uma mensagem positiva para a família toda. Meu objetivo era – e ainda é – resgatar valores e transmiti-los de forma natural, bem-humorada e elegante. Com os pés no chão e com todos os números na planilha criei um diferencial no mercado e conquistei uma clientela ávida por novidades.

Ao longo dos anos com muita dedicação, pesquisa e estilo bem definido, meu trabalho começou a nortear o de outros profissionais que me procuravam com inúmeras dúvidas sobre seus negócios. Esse interesse em minhas festas e na gestão da minha empresa me levaram a um outro negócio no qual fui pioneira: o de formação profissional em festas infantis.

Depois de 13 anos no comando de um buffet em São Paulo decidi que era hora de mudar e, mais uma vez, rompi com os padrões. Através do curso “Como Montar seu Negócio” comecei a transmitir conhecimentos que nenhum profissional bem sucedido costuma revelar.  Afinal, somos o que compartilhamos e, como referência na área, fui levada a ensinar o que aprendi e perpetuar as boas práticas que desenvolvi durante minha carreira.

Paralelamente ao curso, comecei a criar cenários e personagens – todos com direitos autorais registrados – que hoje compõem o acervo de diversas novas empresas pelo Brasil. Qual a receita para fazer festas de qualidade e ter um negócio de sucesso? Conhecimentos de decoração e administração e originalidade. Mas o ponto fundamental e a base do sucesso de um negócio é agir corretamente e de forma transparente com clientes, fornecedores, funcionários e concorrentes. Isso é pré-requisito para “se dar bem” e construir uma boa reputação e respeito no mercado.

Cristina Buchain